Conceição Rossi, musicoterapeuta da Endócrino-Clínica, de São Paulo, expressa numa entrevista concedida à Folha de São Paulo que, “sendo a música uma expressão não verbal, caminha diretamente do sistema auditivo para o centro das respostas emotivas, localizado no sistema límbico do cérebro, desencadeando a liberação de neurotransmissores como a noradrenalina, serotonina, dopamina e endorfina, ligados a estímulos de bem-estar. A música ativa o fluxo de material da memória armazenado para então passar para a região do cérebro responsável pelo intelecto e atividades motoras, facilitando e promovendo a comunicação, os relacionamentos, o aprendizado, a mobilização e a expressão corporal.”
Música como forma de tratamento: musicoterapia
Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento.
Pessoal
Vai aqui o mapa em forma de proposições. Leiam com atenção e vejam o que necessita ser melhorado.
propos_mapa1.txt
Abra@os, Iris
Pessoal
A questão foi redefinida e agora é necessário intensificar as pesquisas. Já estamos em outra fase.
Leituras possíveis:
Não li o material, mais que superficialmente. Verifiquem se há aspectos que podem aproveitar, sigam buscando materiais e comecem a planejar os textos que vão elaborar a partir das leituras e materiais recolhidos. Pensem em com poderiam encadear os textos que vão elaborar, de modo que o leitor sinta interesse em seguir o fio condutor (que vocês vão propor) até chegar (bem mais adiante, é claro) a desvendar a resposta. A propósito, o que é música? O que é comportamento? São dois conceitos importantes, que aparecem na questão norteadora. Vocês saberiam defini-los, sem problemas?
Abra@os, Iris
Música; neuropsicologia...
Por volta do século XIX, a música começou a ser observada em laboratórios. A partir daí nasceram a acústica – ciência do som; a psicoacústica – estudo de como as mentes percebem o som; a psicoacústica musical – que examina todos os aspectos da percepção e do desempenho musicais (Jourdain, 1998).
Segundo Ribas (1957), música é “a arte que mais se aproxima da criança”. Diante de estímulos sonoros súbitos e fortes, como bater palmas, o recém-nascido apresenta uma reação, o reflexo de Moro; aos dois anos e meio, a criança distingue som musical de ruído e já tenta cantar. Considerada como a “linguagem dos sentidos”, a música só será percebida pela criança quando lhe for dirigida de modo direto e específico. É ainda, a música, um dos meios mais eficazes de educação dos sentidos; desenvolve a sensibilidade à emoção, à compaixão e à receptividade (Teplov, 1977).
Os estudos sobre a influência da música no comportamento humano categorizam, principalmente, dois estilos de música: música sedativa e música estimulante, dentre outros. A de estilo sedativa é assim chamada por compreender os andamentos lentos, com harmonias simples e leves variações da dinâmica musical. Tem como característica tornar suave a atividade física e aumentar a capacidade contemplativa do ser humano. Quanto ao estilo estimulante, ressaltam-se os tempos mais rápidos, a forte presença de articulações em staccato, harmonias complexas e dissonantes e mudanças repentinas na dinâmica, que produzem a sensação de aumento do estado de alerta e pré-disposição à atividade motora e, conseqüentemente, maior ativação mental. Considera-se ainda que a música provoque condutas orientadas pelo afeto (Gaston, 1968).
A partir dessas considerações, três hipóteses têm sido levantadas em relação à música estimulante:
1. reduziria o comportamento repetitivo da criança, isso é o comportamento autoestimulativo;
2. aumentaria o nível de atividade da criança, mais do que a música sedativa;
3. aumentaria a atividade da criança, enquanto a de estilo sedativo a diminuiria.
Zimny e Weidenfeller, (1962) em pesquisa realizada em sala de aula para verificar os efeitos estimulante e sedativo, utilizaram o último movimento da 9ª Sinfonia em mi menor, de A. Dvorák – Do Novo Mundo, como música estimulante, e a Ária da 4ª Corda – de J.S. Bach, como sedativa.
Portanto, com o aumento do número de pesquisas relacionando a utilização da música no campo terapêutico, na escola e por profissionais da área médica tem demonstrado que a música apresenta-se como importante aliado às alternativas de tratamento, especialmente, quando utilizada como instrumento de intervenção nos processos comportamentais e estados emocionais, inclusive no Transtorno do déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH).
PARA TODAS AS IDADES
A música proporciona benefícios em qualquer faixa etária. Confira abaixo.
- A partir do primeiro ano: a música auxilia na coordenação dos movimentos. A criança bate palmas, dança e tenta tirar sons dos objetos. Em alguns casos, nota-se que o pequeno aprende a falar palavras novas e até a engatinhar mais cedo.
- A partir dos seis anos: a criança sente vontade de ter ou tocar o próprio instrumento. Além de estimular a convivência, a musicalização trabalha a audição, a visão e o tato. O pequeno também aprende a falar mais rápido e sem timidez.
- A partir dos 11 anos: a vontade de formar bandas e compor canções são experiências que a música oferece ao adolescente no momento em que ele enfrenta mudanças fisiológicas e emocionais (na voz, no corpo, na auto-estima, nas relações pessoais, na escola). Cantar ou tocar um instrumento estimula a percepção para aceitar limites e enfrentar novas situações, tanto de forma individual quanto em grupo.
Coloque música na vida de seu filho
- A música é importante no desenvolvimento de bebês, crianças e adolescentes. Pode acompanhar o momento em que vivem, seus interesses, seus modos de perceber, de sentir, de pensar.
- Os sons despertam emoções, resgatam bons momentos e ajudam no desenvolvimento neurológico, afetivo, motor e lingüístico.
- As canções também aguçam a sensibilidade, a concentração, a coordenação motora, a socialização, a disciplina e o respeito a si e ao grupo. Além disso, promove a melhora da fala, da linguagem e de funções intelectuais cerebrais específicas, a exemplo do pensamento, da memória, da análise de informações sensoriais, da atenção e da consciência. Corpo e mente, emoção e razão, intuição e intelecto se integram.
- A musicalidade ensina os pequenos a ultrapassar o medo, a assumir riscos e a controlar a ansiedade.
- Uma associação entre a música e a matemática já é percebida por especialistas, pois melhora a capacidade da criança para pensar logicamente e analiticamente.
- A complexidade do código musical requer da criança disciplina, determinação e criatividade, levando-a a agrupar-se de forma saudável com seus pares e desenvolvendo a habilidade de ouvir a si e o outro.
Reportagem na edição de Zero Hora, 22/09/2008 - Caderno Meu Filho, p. 2.
Olá pessoal, estou chegando aqui pela primeira vez. As postagens aqui estão muito boas. Estava fazendo minhas pesquisas e encontrei este pequeno Mapa Conceitual. Vejam como é bem colorido. Voltarei com mais conteúdo. Mário (24/09 10h38')
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Achei que este mapa enviado pela profe é muuuito certeiro pela simplicidade em relação ao nosso. Maria Inês (29/09)
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Olá, Maria Inês
Quem sugeriu o mapa não fui eu, foi o Mário. Coloquei o nome dele ao lado da sugestão. Vale sempre assinar as contribuições nesta página. Nas páginas com os textos que produzirem, isso não é necessário, pois temos como ver o que cada um de vocês escreveu e os textos não podem virar uma colcha de retalhos, certo? Abra@os, Iris
Efeitos psicológicos da música
Uma pesquisa feita por um psicólogo norte americano chamado
Downey, fez curiosos estudos com 22 pacientes, sendo apenas um deles
profissional da música.
Consistiu a experiência em fazê-los ouvir uma série de composições musicais,
não se informando os pacientes sobre o autor ou o título do trecho que ouviram.
A seguir cada qual descrevia as impressõs que tinham tido durante a execução.
Os resultados foram muito diferentes de pessoa a pessoa.
Assim por exemplo, para a "Marcha fúnebre", de Chopin, as impressões reveladas
pelos ouvintes foram da seguinte espécie:
"o funeral de um soldado"; "suave e pacífico poema da Escócia"; "cena campestre
em que o vento sacode a copa de enorme árvore";
"uma tempestader no mar, ou uma batalha";
"o jardim de um castelo ao luar"; "resignação diante da morte", etc.
A "Serenata", de Schubert-Liszt, despertou as seguintes impressões:
"um bando de raparigas falando ao mesmo tempo"; "pescaria num lago";
"maravilhosa manhã de primavera"; "um baile"; Luar na espanha";" chiilrear
de passarinhos". Pode-se notar que a mesma composição desperta
imagens ou cenas muito diversas, mas que a reação emotiva da
maioria das pessoas é muito semelhante.
Assim, por exemplo, uma ária de Handel despertou na imaginação
de 14 dos 22 pacientes, cenas de
natureza religiosa. Pode-se, pois, concluir que dada composição evoca
cenas diferentes para pessoas diferentes, mas com certa
uniformidade de tom emotivo.
Foi o que se confirmou em outras experiências, uma das quais de Weld.
Verificou ele que Hexentanz de Mac Dowell despertou em todos dos
seus 16 pacientes a mesma impressão de alegria e felicidade. Um estudo de
Chopin pareceu a todos qualquer coisa de muito vivo e movimentado.
Já houve menos uniformidade no julgamento do "Noturno", de Bohm, que, para a maioria,
deu a impressão de descanso e tranquilidade, enquanto que, para outros, pareceu
melancolia ou vaga felicidade.
Já o "Minueto", de Bachman, produziu efeitos muito mais variados: solenidade para uns,
vivacidade para outros, paz e descanso para ainda outros, etc.
Muitos estudos têm sido realizados a propósito do assunto intentando-se verificar como o
tempo, o rítmo, a intensidade, o tom, a amplitude melódica e orquestral podem produzir
efeitos emotivos diferentes na maioria das pessoas.
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Solange, querida
As referências usadas para fazer este texto são as que colocaste acima, mas a TUA referência é http://www.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2006/CDROM/COM/05_Com_Musterap/sessao01/05COM_Musterap_0105-255.pdf Concordas? Abra@os
Educadores como Vila-Lobos (1937), Mário de Andrade (1937), J. C. Ribas (1957), dentre outros, usaram a música como instrumento facilitador da aprendizagem e estimulante da auto-estima da criança e, também, no processo de socialização. Por ser uma linguagem não-verbal, a música facilita o desenvolvimento das áreas afetivas, cognitivas e sociais.
Crianças que não prestam atenção ao que lhes está sendo ensinado não têm bom desempenho escolar e, freqüentemente, apresentam desajustes sociais. Diversos estudos utilizaram música de fundo com o objetivo de aumentar o desempenho das crianças nas tarefas em sala de aula (Zimny & Weindenfeller, 1962; Stratton & Zalanowski, 1984).
A interação ciência-arte se fortalece a cada dia, principalmente ao se buscar de alternativas para melhorar a qualidade de vida das pessoas. O avanço nos meios de investigação científica tem permitido responder a perguntas que outrora ficavam no campo especulativo, sem possibilidades de verificação, às vezes por deficiência na escolha do método de investigação. A especificidade cada vez maior das pesquisas, no que tange ao controle, ou à resposta, das ações comportamentais leva à procura do substrato neurobiológico envolvido. Assim, a interação entre a neurologia e a fisiologia, biologia, psicologia, psiquiatria, pediatria, aproxima profissionais de diversas áreas em prol da compreensão dos problemas e do encontro de alternativas de “qualidade de vida”. É dentro dessa perspectiva que a música pode agregar seus elementos básicos (altura, intensidade, timbre, ritmo), com a finalidade de dar apoio às pessoas acometidas pelo “adoecer”, que pode estar intrinsecamente ligado, a mecanismos emocionais mais profundos. A música pode ser um dos caminhos – em alguns casos, mais rápido e bastante eficiente – para se promover o equilíbrio de estados fisiológicos e/ou também, emocionais envolvidos no “adoecer” do ser humano.
Olá pessoal! Pesquisei no Goolge livros e encontrei este, que foi o primeiro que dei uma lida e achei muito interessante. Relata como a música era utilizada por civilizações remotas e o poder que ela tinha sobre as pessoas e tem até hoje. Eu li até a página vinte e quatro. Talvez poderemos entender um pouco por que a música tem esse poder de influenciar o comportamento das pessoas. Aqui vai o link:O Poder Oculto da Música.
Na medida em que pesquisar outras fontes vou atualizando. Na verdade já pesquisei outras fontes, preciso editar o que achei mais interessante e útil para nosso estudo.
Mário Augusto.
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Olá pessoal, estava pesquisando e encontrei este artigo que fala sobre a influência da música no desenvolvimento infantil é bem interessante.
http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/infancia/G_musica.html
Achei importante também este estudo sobre a influência da música no comportamento dos alunos.
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/03/23/estudo_comprova_que_musica_na_escola_melhora_rendimento_reduz_agressividade- 426503348.asp
Márcia Kemele
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Definir música não é fácil, por isso o melhor é começar pelo dicionário:
do Lat. musica < Gr. mousiké, das Musas, das belas-artes, especialmente dos sons.
s. f.,
- arte e ciência de combinar harmoniosamente os sons;
- qualquer composição musical;
- execução de uma peça musical;
- qualquer conjunto de sons agradáveis;
Uma definição comum de música é rotulá-la como simplesmente sons organizados, ou os mesmos mais sofisticados. Conceito presente na seguinte afirmação: "a brilhante organização de sons e silêncio". Essa definição é notadamente corrente em meados do século XIX em diante, quando se começou a analisar a relação entre som e percepção.Ou seja a combinação perfeita de rítmo,harmonia e melodia.
A música é considerada a arte mais antiga e a mais primitiva de todas. Desenvolveu-se a partir dos principais ritmos e vibrações do mundo. É por isso que se costuma ouvir que “a música na terra é tão antiga como o homem”.
Desde quando existe música?Mas a música pré-histórica não se configurou como arte: teria sido uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro ou apenas um expressivo meio de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e a dança.
Fontes: Dicionário Priberam - http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx
PasseiWeb - http://www.passeiweb.com/saiba_mais/arte_cultura/musica/pre_historia_antigas_civilizacoes
Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Defini%C3%A7%C3%B5es_de_m%C3%BAsica
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Olá pessoal estava pesquisando sobre a influência musical e encontrei um mateial pedagógico muito interessante:
O material que tive acesso é de uma coleção chamada "lenga lá lenga" faz parte um livro e um cd, autores Viviane Beineke e Sergio Paulo Ribeiro de Freitas.
O livro é interessante e há uma reflexão sobre a influência do nosso passado que vem com a música. Como nos relacionamos com o passado atrvés da música.
"... Uma coisa que nos vem a cabeça, assim que tomamos contato com esse exelente trabalho de Viviane e Sergio, é a questão da nossa relação com o passado, com nossa herança cultural. Nessa relação podemos identificar duas tendências predominantes: a primeira é a de encarar o passado como algo superado, no sentido de não significar mais nada para nós. Esse é o lugar-comum nesse nosso mundo tecnológico em que tudo é descartado e substitíido rapidamente. A segunda é uma reação a primeira: precisamos resgatar, "manter vivas" nossas tradições. Essa tendência é também perigosa, por fazer implícita uma idéia do passado como algo fixo, embalsamado, que precisa ser conservado. E isso é a morte do passado. E, como somos criaturas históricas, é também o empobrecimento do presente e do futuro.
Como diz Paulinho da Viola: " Meu tempo é hoje. Eu não vivo no passado. O passado vive me mim".
É nesse sentido que transparece no trabalho de Viviane e Sérgio. Eles tratam nossa herança como algo vivo, que nos forma, mobiliza e afeta. Lenga la lenga, além de exelente meterial pedagógico, transborda criatividade e musicalidade. Vida longa..."
( Eugênio Tadeu e Miguel Queiroz - Duo Rodapião )
Cito o a página do projeto na internet. Estou levando o material para apresentar no conselho escolar da escola, na qual trabalho, como sugestão de aquisição para a nossa bibliotéca, por compreender a influência músical que este projeto contém e pode proporcionar aos nossos alunos pedagógicamente.
Lenga la lenga
Andéria (08/10/08)
A música nasceu com a natureza, ao considerarmos que seus elementos formais, som e ritmo, fazem parte do universo e, particularmente da estrutura humana. O homem pré-histórico descobriu os sons que o cercavam no ambiente e aprendeu a distinguir os timbres característicos da canção das ondas se quebrando na praia, da tempestade se aproximando e das vozes dos vários animais selvagens. E encantou-se com seu próprio instrumento musical: a voz.
Comportamento
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O comportamento é definido como o conjunto de reações de um sistema dinâmico em face às interações e realimentações propiciadas pelo meio onde está inserido. Exemplos de comportamentos são: comportamento social, comportamento humano, comportamento animal, comportamento atmosférico, etc.
Um tanto da ótica da Psicologia:
Em psicologia, o comportamento é a conduta, procedimento, ou o conjunto das reações observáveis em indivíduos em determinadas circunstâncias inseridos em ambientes controlados. Podendo ser descrito como uma contingência tríplice composta de antecedentes-respostas-conseqüências, ou respostas de um membro da contingência.
O comportamento é objeto de estudo do Behaviorismo, uma das mais importantes abordagens da psicologia, que se iniciou no começo do século XX, e foi proposto por John Broadus Watson.
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Pelos estudos dos psicólogos sabe-se que a
música produz efeitos psicológicos e fisiológicos,
às vezes bastante intensos:
Mudança no ritmo da
respiração, alterações da pressão
arterial ou do número de pulsações,
depressão ou exaltação emotiva,
mau humor ou alegria etc.
O princípio do comportamento diante da
música começa pelo ouvido.
Vamos entender o comportamento
do "ouvir"?

http://members.tripod.com/conservatorio0/carac_ouvido_.htm
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Segundo Maura Penna: "A música não é uma linguagem universal. É, sem dúvida, um fenômeno universal; mas enquanto linguagem é culturalmente construída. Se a música fosse uma linguagem universal, seria sempre significativa - isto é, qualquer música seria significativa para qualquer pessoa -, independentemente da cultura, e deste modo a estranheza em relação à música do outro não existiria."
Comments (5)
Anonymous said
at 5:55 pm on Sep 10, 2008
A definição que usei sobre a musicoterapia foi retirada da página wikipédia - a enciclopédia livre.
Anonymous said
at 7:35 pm on Sep 10, 2008
Devíamos inserir uma música na nossa página, não? Como forma de layout?
Escolheremos que tipo?
Anonymous said
at 8:15 pm on Sep 19, 2008
Olá, profe Iris! É isso mesmo, obrigada.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 11:41 pm on Sep 19, 2008
Ok, Solange. Sempre que usamos algo da internet, colocamos a URL e não a bibliografia usada pelos autores, ok?
Anonymous said
at 9:32 pm on Oct 10, 2008
Retirei algumas e troquei para "pesquisas".
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